DISTURBIO HIDROELETROLITICO PDF

Respiratory alkalosis. Respir Care. The use of urinary anion gap in the diagnosis of hyperchloremic metabolic acidosis. N Engl J Med.

Author:Kagazshura Samutaxe
Country:Guinea-Bissau
Language:English (Spanish)
Genre:Sex
Published (Last):27 October 2019
Pages:146
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ISBN:774-8-60839-746-6
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Ferez2; Denise A. Distrbios do equilbrio hidroeletroltico e do equilbrio acidobsico Uma reviso prtica. Medicina, Ribeiro Preto, , out. Porm, seu entendimento prtico , por vezes, revestido de variados graus de dificuldades. No presente texto apresenta-se o assunto apenas como uma viso prtica, adquirida em mais de vinte 20 anos de ensino para estudantes, mdicos residentes e mdicos psgraduandos.

O texto tem apenas a pretenso didtica, sem nenhuma preocupao acadmica. Equilbrio acidobsico. Equilibrio hidroeletroltico. Este um texto de reviso que representa um estilo adotado para o ensino dos equilbrios hidroeletroltico EHE e acidobsico EAB por mais de duas dcadas a Do ponto de vista acadmico, a maneira como o assunto apresentado pode estar sujeita a muitas crticas, mas esta foi a melhor maneira encontrada para ensinar mdicos residentes e estudantes. Incluir os dois assuntos em um texto de reviso, sem estend-lo excessivamente, foi outro desafio.

Assim, temos conscincia de que a manuteno de uma fluncia de estilo pode ter deixado a desejar, uma vez que, em determinados momentos, sempre com a preocupao da extenso do texto, ele se torna mais prximo do estilo que se l em manuais. Os principais objetivos relativos ao EHE, a serem atingidos pelo leitor, podem ser enumerados como a seguir: 1.

Reconhecer os compartimentos hdricos e a gua total do organismo. Reconhecer os efeitos da permeabilidade e tonicidade nas diferenas de composio entre os lquidos intracelular e extracelular.

Ter noes de equilbrio hdrico. Reconhecer a importncia das chamadas perdas para o terceiro espao. Reconhecer e tratar os principais distrbios do equilbrio hdrico desidratao, edema e intoxicao hdrica. Reconhecer e tratar os principais distrbios do equilbrio eletroltico hipo e hipernatremia, hipo e hiperpotassemia, hipo e hipercalcemia, hipo e hipermagnesemia.

Os principais objetivos relativos ao EAB, a serem atingidos pelo leitor, podem ser enumerados como a seguir: 1. Reconhecer as evidncias de que o organismo animal possui mecanismos naturais de defesa contra a acidose mais eficientes do que os mecanismos de defesa contra a alcalose. Conhecer os principais sistemas tampes alm do tampo bicarbonato. Conceituar Base-Excess e Reserva Alcalina. Saber interpretar uma gasometria, diagnosticando os desvios do EAB. Reconhecer os fatores que podem influenciar os resultados de uma gasometria.

Saber tratar os distrbios do EAB. Conhecer os efeitos deletrios da acidose aguda. Conhecer os efeitos deletrios da alcalose aguda. O lquido intersticial no pode ser medido diretamente por istopos usados nas dosagens de diluio do indicador, porm consiste na diferena entre o lquido extracelular total e o volume localizado no espao intravascular.

Os trs compartimentos que compem a gua total do organismo tambm diferem em composio. Para fins didticos, as composies inicas do plasma e do lquido intersticial podem ser consideradas idnticas, embora possa haver pequenas diferenas, resultantes da concentrao desigual de protena.

O plasma tem um contedo muito maior de protena, e esses nions orgnicos exigem um aumento na concentrao total de ctions. A concentrao dos nions inorgnicos algo menor no plasma do que no interstcio. Essas relaes so estabelecidas pelo equilbrio de Gibbs-Donnan. Essa uma membrana semipermevel, uma vez que totalmente permevel gua, porm seletivamente permevel a outras substncias. Embora o nmero total de osmoles seja igual em ambos os lados da membrana celular, a presso osmtica efetiva determinada por substncias 1.

Embora a extenso e as distores presentes nestes volumes hdricos no sejam prontamente determinadas por medida direta, essencial um conhecimento das vrias subdivises da gua total do organismo para compreender e tratar os problemas hidroeletrolticos mais complexos.

A gua tritiada foi utilizada como istopo para determinar a gua do organismo. As mulheres tm uma percentagem menor de gua total no organismo devido maior EAB e EHE que no podem passar atravs da membrana semipermevel.

Isso bem estabelecido no limite da clula capilar, entre o plasma e o lquido intersticial. A passagem limitada das protenas plasmticas responsvel pela presso osmtica eficaz, geralmente, conhecida como presso coloidosmtica desse compartimento. Analogamente, as substncias cuja passagem limitada pela membrana celular, tais como o sdio, contribuem para a presso osmtica eficaz do LEC.

Isso significa que o movimento da gua atravs da membrana celular equalizar sempre a presso osmtica eficaz no interior e no exterior da clula. Se houver alterao da presso osmtica eficaz no LEC, haver uma redistribuio de gua entre os compartimentos. Esses desvios da gua orgnica resultam de alteraes na composio, e no alteraes no volume, de maneira que a gua intracelular muito menos afetada pelos aumentos ou diminuies do LEC do que pela presso osmtica.

A presso osmtica de uma soluo referida em termos de osmoles ou miliosmoles, e est relacionada com o nmero de partculas osmoticamente ativas, presentes na soluo.

Assim, 1 mMol de uma substncia no ionizada, tal como a glicose ou a uria, contribuir com um mOsm. Quando se consideram os problemas hidroeletrolticos, os termos tais como osmol ou miliosmol no so to freqentemente empregados como o so o equivalente e o milequivalente. O equivalente de um on o seu peso atmico, expresso em gramas, dividido pela sua valncia.

Quando se trata de ons univalentes, 1 mEq igual a 1 mMol. No caso dos ons divalentes, um mMol igual a dois mEq. Esses conceitos so importantes para o entendimento do equilbrio eletroltico corpreo, uma vez que, em qualquer soluo, o nmero total de ctions expressos em mEq deve ser igual ao nmero de nions, tambm expressos em mEq. Em um adulto de 70 quilos essa frao seria de 35 a 42 litros de gua, uma ampla faixa que est relacionada com a idade, o sexo e as diferenas na composi- o do organismo existentes entre adultos normais.

Assim, uma nica medida do peso corporal, geralmente, tem pouco valor no clculo da gua total. No entanto, no contexto da unidade de tratamento intensivo, as mudanas do peso a curto prazo devem-se, em grande parte, mais s alteraes na gua total do organismo, mesmo se o valor absoluto da gua total permanecer incerto; o conhecimento da direo e da intensidade da alterao desse parmetro pode revestir-se de grande importncia no diagnstico e tratamento de distrbios complexos do EHE. Quando no se dispe de camas-balanas, ou quando no se podem fazer pesagens fiis devido condio do paciente, tornase necessrio fazer determinaes do balano hdrico BH.

O BH dirio, incluindo uma estimativa das perdas por evaporao, pode ser acrescentado ou subtrado, sendo que o BH cumulativo resultante, reflete as alteraes da gua total do organismo.

O BH teve aplicao clnica limitada devido s dificuldades em se medir o contedo hdrico dos alimentos slidos e das fezes, a gua e as perdas pela evaporao. Na verdade, alguns desses problemas so simplificados no ps-operatrio PO , uma vez que quase todo o aporte de gua intravenoso, sendo facilmente medido. Devido ausncia de ingesto por via oral, as fezes no so freqentes e o dbito urinrio pode ser medido com facilidade. No ambiente com ar condicionado, muitos pacientes febris ainda perdero menos que dois litros por dia atravs da pele e da respirao.

A hiperventilao dos pacientes com febre elevada pode eliminar at trs litros de gua por dia, porm isso incomum. As queimaduras graves so uma exceo bvia, porm, exceo desse grupo de pacientes, podem ser feitas aproximaes razoveis da perda evaporativa de gua que, por sua vez, possibilita o clculo do BH dirio e cumulativo, a partir da ingesta de lquidos e de registros de dbito.

Uma vez que as pesagens seriadas ou o BH geram informaes principalmente sobre as alteraes na gua total do organismo, outros meios so importantes para diagnosticar um decrscimo ou um excesso no volume absoluto.

O volume plasmtico a nica medida de volume clinicamente disponvel, porm pode ter um valor limitado, uma vez que os valores normais previstos variam consideravelmente. O sistema cardiovascular o indicador mais sensvel, e uma Presso Venosa Central PVC abaixo de 3 cmH20, taquicardia e at mesmo hipotenso indicam um dficit de volume. Na Unidade de Terapia Intensiva UTI o excesso de volume mais comum, uma vez que os pacientes recebem, durante a ressuscitao, grandes volumes de lquido por via endovenosa.

So sinais bem reconhecidos de sobrecarga hdrica: a PVC aumentada, o Dbito Cardaco DC elevado, ritmo de galope cardaco, uma segunda bulha pulmonar hiperfontica, a congesto pulmonar e algumas vezes o edema.

O Sistema Nervoso Central SNC pode fornecer evidncias de dficit na gua total do organismo, tais como apatia, reflexos tendinosos, profundos e diminudos, estupor ou coma. Porm, os excessos isotnicos exercem pouco ou nenhum efeito na funo do SNC. Os sinais teciduais so tradicionalmente usados para avaliar a hidratao, porm podem aparecer lentamente. O turgor cutneo diminudo, os olhos encovados e a lngua seca so sinais tardios de dficit de lquido, assim como o edema subcutneo um sinal tardio de sobrecarga.

Finalmente, deve-se salientar que o conhecimento da composio das vrias secrees orgnicas pode ser de grande valia para um raciocnio mais dirigido diante de alteraes do EHE. Essas composies podem ser obtidas em tabelas prprias, ou pela anlise bioqumica de alquotas dessas secrees. Quando ocorrem leses, como as queimaduras, trauma acidental e cirurgia, o LEC seqestrado na rea de leso, formando um terceiro espao lquido anormal.

Esta perda se faz a expensas do LEC normal e reduz o seu volume efetivo, produzindo hemoconcentrao e hipovolemia. A teraputica imediata com solues salinas ou balanceadas em sais e plasma, restaura os volumes plasmtico e do interstcio. As perdas para o terceiro espao devem ser repostas como uma perda externa, uma vez que o lquido seqestrado no tem nenhum valor do ponto de vista volmico do paciente.

Este problema tem grande importncia na mortalidade de pacientes traumatizados aps 48 a 72 horas de estabilizado o quadro inicial de choque hipovolmico. Se o paciente no apresentar boa diurese, deve-se restringir lquidos, usar diurticos e at processos dialticos. Os testes de laboratrio mostram Hb e Ht, uria, creatinina, protenas e densidade especfica da urina elevados, e sdio urinrio baixo a no ser que haja doena renal primria.

A sua presena, no entanto, indicativa de doena de base, cuja natureza deve ser elucidada. As causas cardacas, hepticas ou renal so as mais comuns. No se deve dar diurticos at que se tenham analisados os mltiplos fatores que podem levar ao edema.

Os diurticos empregados sem critrio podem induzir distrbios eletrolticos, coma heptico, azotemia e arritmias. A fonte de gua pode ser a ingesto oral, mas, mais freqentemente, uma m orientao e excessiva teraputica parenteral com glicose e gua.

As irrigaes dos colos, particularmente as destinadas a reduzir a distenso ps-operatria, podem resultar em reteno substncial de volumes de gua. Os pacientes com enfermidades crnicas, debilitantes, com cncer, insuficincia cardaca congestiva ou enfermidade heptica ou renal, so propensos a ter um LEC expandido e algum grau de hipotonicidade antes de vir cirurgia ou de sofrer um trauma acidental.

Esses pacientes esto particularmente sujeitos a reter excesso de gua no ps-operatrio e a expandir, e, posteriormente, diluir o LEC. Sempre ocorrer rpido aumento de peso, podendo observar-se edema perifrico e pulmonar. A urina pode conter substanciais quantidades de sdio que, em presena de uma baixa concentrao plasmtica, indicam uma inapropriada excreo de sdio, devido ao excesso de volume do LEC, se estiverem afastadas doena renal e insuficincia adrenal.

A velocidade de queda do sdio plasmtico parece ser de maior importncia do que seu valor absoluto. Nenhuma tentativa dever ser feita para uma reposio calculada do dficit de sdio, baseada no volume do LEC e na unidade de dficit de sdio, porque resultar numa grave sobrecarga. O tempo com a perda insensvel de gua pelos pulmes, juntamente com o fluxo de urina, pode, por si s, levar o paciente gradualmente ao normal. Os ons de sdio participam da manuteno do EH, da transmisso dos impulsos nervosos e da contrao muscular.

O EHE regido por um princpio fisiolgico importante: a gua vai para onde for o sdio. Quando os rins retm sdio, a gua tambm retida.

Por outro lado, e a sua excreo acompanhada pela excreo de gua. Este o princpio da maioria dos diurticos.

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Nakazahn Implications for the pathogenesis of central pontie myelinolysis. Am J Med Genet. All the contents of this journal, except where otherwise noted, is licensed under a Creative Commons Attribution License. Prevalence of child and adolescent psychiatric disorders in southeast Brazil.

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